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	<title>Fernando Basto :: Cirurgia Plástica &#187; Notícias</title>
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		<title>Nota &#8211; João Alberto : Diário de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 00:06:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Carecas? - O cirurgião plástico Fernando Basto é um dos pioneiros no Brasil na implantação do teste genético Hair DX, que pode ser feito por homens e mulheres para descobrir com antecedência se o indivíduo tem predisposição à calvície. Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/08/05/viver4_0.asp]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><strong>Carecas? </strong>- </strong>O cirurgião plástico Fernando Basto é um dos pioneiros no Brasil na implantação do teste genético Hair DX, que pode ser feito por homens e mulheres para descobrir com antecedência se o indivíduo tem predisposição à calvície.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/08/05/viver4_0.asp">http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/08/05/viver4_0.asp</a></p>
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		<title>Só a prevenção evita a calvície</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 01:54:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Médicos insistem que tratamento precoce ainda é a melho saída, embora remédios já ajudem. Cinthya Leite São Paulo &#8211; A preocupação com a queda dos fios é bem an tiga. Registros históricos mostram que há aproximadamente 3,5 mil anos, o homem trava uma luta contra a calvície, conhecida no meio científico como alopecia androgenética. No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Médicos insistem que tratamento precoce ainda é a melho saída, embora remédios já ajudem.</p>
<p>Cinthya Leite</p>
<p>São Paulo &#8211; A preocupação com a queda dos fios é bem an tiga. Registros históricos mostram que há aproximadamente 3,5 mil anos, o homem trava uma luta contra a calvície, conhecida no meio científico como alopecia androgenética. No fim do século 16, já dizia o dramaturgo e poeta inglês William Shakespeare, em A comédia dos erros, que os calvos por natureza em tempo nenhum recuperam o cabelo. A afirmação continua verdadeira, embora em parte. Ainda não há um remédio capaz de fazer renascer a cabeleira perdida. Mas a ciência tem derrubado parcialmente a idéia de shakespeare: desde a década de 80, a medicina oferece medicamentos que retardam a perda dos fios.</p>
<p>Assunto discutido durante workshop para imprensa na capital paulista, na semana passada, a calvície tem tratamento e acomete 30% dos homens na faixa dos 30 anos, e 50% aos 50 anos. Para se tirar proveito das intervenções, os médicos são enfáticos. &#8220;O paciente deve procurar tratamento assim que perceber os primeiros sinais. Quanto antes, melhores são os resultados&#8221;, assegura o dermatologista Ademir Leite Júnior, presidente do Grupo de Apoio e Pesquisa em Calvície e palestrante do workshop.</p>
<p>Os médicos explicam que cada folículo capilar atravessa aproximadamente 14 ciclos durante a vida do indivíduo. Caso o tratamento seja iniciado tardiamente, serão poucas as possibilidades de controlar a calvície, já que a maior parte dos cabelos atravessou o ciclo de vida. &#8220;Só não se pode ficar na expectativa de recuperar imediatamente a mesma cabeleira que se tinha antes do problema. Costumo dizer que manter os fios que se tem na cabeça já é um efeito satisfatório&#8221;, completa o médico, que ficou calvo na juventude.</p>
<p>Autor de livros sobre o tema, como Socorro, estou ficando careca! (MG Editores), Ademir já fez transplantes capilares. &#8220;Na época em que o problema foi descoberto, não existia o leque de opções disponíveis hoje&#8221;, conta. Mesmo com o arsenal farmacológico para tratar a alopecia, as cirurgias de transplante capilar cresceram mais que 30% de 2004 a 2006, segundo pesquisas realizadas pela Sociedade Internacional de Restauração Capilar(ISHRS, em inglês).</p>
<p>Entre os motivos que explicam esse aumento, está a modernização das técnicas, que cada vez mais proporcianam uma aparência natural e possuem resultados permanentes sem ser detectados visualmente. &#8220;Mas esse tipo de procedimento só é indicado quando os remédios não surtem bom efeito&#8221;, destaca Ademir.</p>
<p>&#8220;Se bem conduzidos, os transplantes trazem resultados muito bons. Mas apenas numa consulta médica criteriosa pode-se analisar se a pessoa tem indicação ou não para a cirurgia&#8221;, complementa o cirurgião pernambucano Fernando Basto.</p>
<p>Problema de transmissão genética(basta somente a presença de um gene, vindo de um dos pais, para o filho manifestar a doença), a calvície tem preocupado bastante também o sexo feminino. &#8220;Desde 2000, percebe-se um aumento da procura delas por tratamentos. Dos dez transplanstes capilares realizados, um é feito em mulher. E cerca de 35% das pacientes recorrem ao tratamento com remédios&#8221;, continua Fernando, baseado em experiências próprias.</p>
<p>Hoje existe uma porção de fármacos com poder terapêutico diante da calvície. &#8220;Eles têm particularidades e efeitos de baixo a intenso&#8221;, diz o cirurgião. Os três remédios mais comuns e eficazes são o minoxidil, a finasterida e o alfaestradiol. Eles funcionam, mas apenas um dermatologista pode prescrever a alternativa mais adequada. E crendices, como a de que cortar os cabelos os faz ganhar força, devem ser deixadas de lado. Outro ponto essencial é a adesão, que é difícil de se conseguir porque os resultados não são observados de imediato. Ou seja, é preciso ter disciplina e paciência.</p>
<p>Como os primeiros efeitos surgem após três meses de uso de um desses teês remédios, é fundamental ter disposição para encarar o tratamento e possuir confiança no produto e no médico. Primeiro produto a ser aprovado para o tratamento da calvície, o minoxidil é aplicado via tópica sobre o couro cabeludo. &#8220;Só funciona em 30% dos casos e traz efeitos colaterais como dermatite, inflamação na pele&#8221;, informa Ademir.</p>
<p>Nas mulheres, de acordo com o dermatologista, o produto faz nascer pêlos no rosto caso ele escorra no rosto. &#8220;No sexo feminino, os fatores que mais influenciam são alguns medicamentos contraceptivos, distúrbios da tireóide, gravidez e menopausa&#8221;, continua Ademir.</p>
<p>Entre os tratamentos aprovados, a finasterida (administrada por via oral) não é a primeira opção pensada para a ala feminina. &#8220;Evita-se a prescrição dela para mulheres em idade fértil porque o remédio pode causar anormalidades na genitália externa, caso o feto seja do sexo masculino&#8221;, assegura Fernando. &#8220;Mas nas mulheres que atingiram a menopausa e que passaram pela laqueadura tubária, a finasterida pode ser usada.&#8221;</p>
<p>Como todo medicamento, ele tem efeitos colaterais: pode provocar transtornos sexuais (disfunção erétil, diminuição da libido e diminuição do volume ejaculatório) em aproximadamente 2% dos pacientes. &#8220;Quem o usa deve se submeter semestralmente a exames que analisem a função hepática&#8221; acrescenta o cirurgião. Já o alfaestradiol, apresentado em loção capilar e lançado em 2002 no Brasil, é capaz de fazer com que os fios fracos e finos nasçam mais fortes e grossos. Nessas condições, estudos relatam melhora em cerca de 80% dos casos.</p>
<p>Filho de pai calvo, o estudante de medicina Lucas Caheté, 23 anos, toma cuidados para não enfrentar um crise de perda capilar intensa. Ele já submeteu a dois tratamentos para &#8220;deixar as entradas mais discretas&#8221;, como ele mesmo menciona. Pela primeira vez, aos 20 anos, tomou remédio e usou loção para os fios ficarem mais fortes.</p>
<p>&#8220;Usei os medicamentos por aproximadamente seis meses. Vi resultado, mas faz um ano que parei devido ao alto custo&#8221;, conta Lucas. &#8220;Pretendo ir novamente ao médico, pois a queda dos fios voltou. Sei que o tratamento tem que ser contínuo e que preciso tratar o quanto antes para evitar um problema mais crítico no futuro.&#8221;</p>
<p>A queda dos fios também pode ser motivada por distúrbios hormonais, sensibilidades das raízes capilares, situações de estresse, má alimentação, uso de determinados medicamentos e até depressão. As oscilações dos hormônios (fator principal da queda de cabelo temporária) representam mais de 95% de todos os casos entre mulheres.</p>
<p>A perda, no entanto, nada tem a ver com uso de condicionador, secador ou chapinha. É tudo mito. &#8220;O que ocorre é que, na lavagem e na alta temperatura, os fios que estão na fase de queda cairão com mais facilidade&#8221;, finaliza Ademir.</p>
<p><strong>&gt;&gt; Entenda o problema</strong></p>
<p>A calvície ou alopecia androgenética não é um processo agudo de queda repentina dos cabelos. Ou seja: não se fica careca de um dia para o outro. O que ocorre é a minituarização progressiva dos fios (a transformação de fios grossos em fios finos e cada vez mais curtos). Vale salientar que a doença é diferente de queda de cabelo, que pode ser um problema momentâneo devido a algum fator passageiro, como estresse, distúrbios hormonais e carência de vitaminas e minerais na alimentação. A calvície tem cárater genético forte: se o pai ou mãe é calvo, o filho tem 50% de chance de adquirir a doença. E se ambos tem alopecia androgenética (nesse caso, sendo o lado materno positivo, pode ser presença de calvície no avô), a probabilidade sobe para 75%. Abaixo, conheça detalhes sobre o assunto</p>
<p><strong>&gt;&gt; Mitos</strong></p>
<p><strong>Lavar os cabelos todos os dias aprodece a raiz e aumenta a queda</strong></p>
<p>A necessidade de se lavar os cabelos todos os dias varia de pessoa para pessoa. Ocorre que através da lavagem, os fios que já em fase de queda irão se desprender mais facilmente. Mas esses fios cairiam de qualquer jeito. O que poderá prejudicar os cabelos durante a lavagem é a temperatura da água quando muito quente.</p>
<p><strong>A caspa favorece a queda</strong></p>
<p>Ela pode ser um coadjuvante da queda, mas não a desencadeadora. A confusão se dá porque cerca de 70% dos calvos têm dermatite seborréica &#8211; oleosidade e descamação do couro cabeludo.</p>
<p><strong>Os carecas são mais potentes sexualmente porque possuem maior produção de testosterona</strong></p>
<p>A perda de cabelo não é provocada por aumento na produção de hormônios masculinos, e sim pela quantidade maior da enzima5-alfa-cedulase, que é determinada geneticamente e não tem nenhuma relação com a virilidade do homem.</p>
<p><strong>O uso frequente de tintura induz a queda de cabelo</strong></p>
<p>O uso da tintura afeta apenas a haste do fio, não interferindo na raiz do pêlo, responsável pelo crescimento.</p>
<p><strong>&gt;&gt; Verdades</strong></p>
<p><strong>O cabelo cresce mais rápido no verão</strong></p>
<p>O sol estimula a atividade de alguns hormônios como a prolactina e a melatonina, que induzem o bulbo capilar a trabalhar mais, acelerando o crescimento dos fios.</p>
<p><strong>Os cabelos caem mais após o parto</strong></p>
<p>Cerca de quatro meses após o parto (ou outro tipo de estresse físico ou emocional), muitos fios de cabelo podem entrar prematuramente na fase de queda. Mas esses pêlos voltarão a crescer normalmente depois de algum tempo.</p>
<p><strong>Estresse provoca queda de cabelo</strong></p>
<p>O estresse (cirurgias, doenças, rápida mudança de peso, doenças mentais, morte de um membro familiar) provoca alterações hormonais que pode levar à queda dos fios.</p>
<p><strong>Calvície tem tratamento!</strong></p>
<p>Quanto mais cedo começar melhor. Um demartologista saberá prescrever o tratamento adequado para cada caso.</p>
<p>Fonte: Mais cabelo (www.mascabelo.com.br). Participaram como consultores para esta matéria: os médicos Ademir L&#8230; Júnior (11 3864-3967/ www.ademirjr.com.br) e Fernando Basto (81 3427-9000)</p>
<p>Matéria publicada pelo Jornal do Commércio na Revista JC em 25 de setembro de 2007</p>
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		<title>Para parecer um pouco mais jovem</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 19:09:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vaidade // Maioria dos políticos ouvidos pelo Diario diz que decisão de recorrer às cirurgias estéticas não tem nada a ver com cargo Embora destaquem que a decisão de se submeter a cirurgias estéticas tenha sido estritamente pessoal, os políticos ouvidos pela reportagem falaram abertamente sobre o assunto. A deputada estadual Terezinha Nunes (PSDB) conta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Vaidade // Maioria dos políticos ouvidos pelo Diario diz que decisão de recorrer às cirurgias estéticas não tem nada a ver com cargo</p>
<p>Embora destaquem que a decisão de se submeter a cirurgias estéticas tenha sido estritamente pessoal, os políticos ouvidos pela reportagem falaram abertamente sobre o assunto. A deputada estadual Terezinha Nunes (PSDB) conta que fez um lifting e uma operação para a retirada de excesso de pele nas pálpebras. Segundo ela, o primeiro procedimento possibilitou o soerguimento da musculatura do rosto e o segundo solucionou um problema que já ameaçava sua visão. </p>
<p>A deputada diz que mesmo que não fosse uma pessoa pública faria as intervenções. &#8220;Sempre gostei de me cuidar. Ainda garota, morando no interior (da Paraíba) já me preocupava com a estética. Hoje, faço pilates e ando na (parque da) Janqueira&#8221;, informa e acrescenta que não voltaria a fazer novas operações. &#8220;O que tinha de fazer, já fiz. Agora, fico com meus cremes e tratamentos mais simples&#8221;.</p>
<p>O deputado Augusto Coutinho (DEM) pensa diferente. Depois de um transplante capilar, admite que pode voltar à mesa de cirgurgia caso ache necessário. &#8220;Fiz a operação da calvície não só para melhorar a imagem pública, mas principalmente com o intuito de rejuvenescer. Acho que o resultado foi bom e entendo que devemos buscar sempre o melhor no que diz respeito à aparência, unindo saúde e estética&#8221;.</p>
<p>O excesso de gordura abaixo do queixo (a famosa papada) levou o ex-deputado e hoje prefeito de Limoeiro Ricardo Teobaldo (PSDB) a se submeter ao bisturi há cinco anos. O procedimento, conta ele, elevou sua autoestima. &#8220;Fiz para me sentir melhor e acho que o resultado ficou bom&#8221;. Se ele se submeteria a novas interevenções? &#8220;Não tenho nada contra. Se fosse para me sentir melhor, faria sim&#8221;, assegura.</p>
<p>Por sua vez, o ministro de Relações Institucionais, José Múcio (PTB), procura deixar claro que sua preocupação com a aparência nada tem a ver com o fato de ser político. &#8220;Quando fiz a primeira cirurgia (de transplante capilar) estava com 25, 26 anos. Nem sonhava em me candidatar a nada&#8221;. Já deputado federal (hoje é licenciado), decidiu realizar um novo procedimento para complementar o primeiro. &#8220;Recorri a Fernando Basto para corrigir imperfeições. O resultado foi ótimo e não me arrependo da decisão&#8221;. </p>
<p>Outros pernambucanos, com ou sem mandato, se submeteram ao bisturi das plásticas ou ao microscópicos implantes capilares para acabar com a calvície. Entre os deputados estaduais figuram Alberto Feitosa (PR), Miriam Lacerda (DEM) e Sebastião Rufino (DEM). Ex-integrantes da Assembleia Legislativa, o atual prefeito de Caruaru, José Queiroz (PDT), também fez retoques no rosto. O ex-deputado Carlos Lapa (PSB), do mesmo modo, já fez seus reparos. Em Brasília, a bancada pernambucana na Câmara conta com representantes preocupados em se mostrar mais jovens. José Chaves (PTB) é um deles. Há informações não confirmadas de que outros dois teriam se submetido a intervenções cirúrgicas. No Senado, o ex-governador Jarbas Vasconcelos (PMDB) foi outro a recorrer a correções estéticas. </p>
<p><small>Fonte: <a href="http://www.diariodepernambuco.com.br/2009/03/15/politica4_0.asp" target="_blank" rel="nofollow">Diário de Pernambuco</a></small></p>
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		<title>Um olho na urna e outro no espelho</title>
		<link>http://www.fernandobasto.com.br/noticias/um-olho-na-urna-e-outro-no-espelho/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 18:41:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cirurgião plástico pernambucano recebe um político por semana e passa a atender também em Brasília. Boa aparência vale cada vez mais votos na acirrada corrida eleitoral por Josué Nogueira // Diario Característica dos humanos, a vaidade é cada vez mais evidenciada no meio político, habitat de &#8220;espécies&#8221; em que o ego costuma estar sempre em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Cirurgião plástico pernambucano recebe um político por semana e passa a atender também em Brasília. Boa aparência vale cada vez mais votos na acirrada corrida eleitoral<br />
<span class="credito">por <strong>Josué Nogueira // Diario</strong></span></p>
<p>Característica dos humanos, a vaidade é cada vez mais evidenciada no meio político, habitat de &#8220;espécies&#8221; em que o ego costuma estar sempre em expansão. Entre deputados, senadores e ministros, a procura pela medicina destinada a driblar os efeitos do passar dos anos virou uma febre. Tanto que um dos principais nomes da cirurgia de transplante capilar no país, o médico pernambucano <strong>Fernando Basto</strong>, passou a atender também em Brasília. Lá, perto do poder, o cirurgião plástico tem agenda cheia. Dos seis pacientes que opera por semana, um exerce mandato eletivo. Mais de 50 políticos &#8211; entre a capital federal e o Recife &#8211; já passaram por suas mãos.</p>
<p>O mercado de Brasília inflou depois que Basto recebeu na sua clínica, em janeiro de 2008, o ex-ministro José Dirceu. Decidido a recuperar parte da cabeleira, Dirceu, aconselhado pelo ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, deixou São Paulo para receber no Recife o implante de 6.710 fios.</p>
<p>Aliás, Múcio, que há cerca de dois anos e meio passou pelas mãos de Basto, é uma espécie de garoto propaganda do cirurgião em Brasília. &#8220;Depois que operei Zé Múcio, a procura aumentou. Afinal, ele já era deputado com presença marcante em Brasília. Antes dele tinha operado políticos importantes, mas não houve aquela dimensão que conseguimos com ele e depois com Dirceu. Aí, então, a dimensão foi muito maior&#8221;, atesta Basto. &#8220;O mercado de Brasília ficou interessante por conta dessa repercussão&#8221;.</p>
<p>Ele lembra que Zé Múcio já era seu amigo pessoal antes de se tornar paciente. &#8220;Agora, ele faz questão de divulgar em Brasília e diz para os amigos: &#8216;rapaz, vai fazer a cirurgia em Pernambuco&#8217;. Para mim foi muito bom, e Pernambuco ganhou com isso&#8221;, salienta o médico. Múcio admite que assumiu o papel de &#8220;modelo&#8221; de Basto nos bastidores do poder. &#8220;Tenho sempre aconselhado deputados e senadores. Quem mais faz propaganda de Fernado Basto sou eu. Até porque gostei muito do resultado, além de ser amigo e admirador dele&#8221;, diz.</p>
<p>Autoconfiança &#8211; Quase 100% dos atendidos pelo cirurgião pernambucano são homens, o que confirma que o público das cirurgias estéticas independe cada vez mais do sexo &#8211; ele também realiza outros procedimentos, como reparos em pálpebras e papada. No entanto, é ainda nas mulheres que a &#8220;recauchutagem&#8221; estética costuma provocar maior impacto. Que o diga a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.</p>
<p>Virtual candidata à sucessão do presidente Lula, Dilma ganhou as manchetes de todo o país em janeiro passado ao cortar o cabelo, dispensar os óculos e surgir com o rosto rejuvenescido por plásticas. A mudança no visual da ministra foi interpretada na época como preparação para a campanha presidencial de 2010. Tida como uma mulher sisuda e pouco simpática, as alterações teriam sido pensadas para suavizar sua imagem. Repaginar o visual não garante voto, mas, na avaliação de Basto, costuma tornar o paciente mais seguro de si. Além da vaidade, talvez isso explique a preocupação dos políticos com a estética. Afinal, eleitor costuma não perdoar candidatos inseguros.</p>
<p><small>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://www.diariodepernambuco.com.br/2009/03/15/politica3_0.asp">Diario de Pernambuco</a></small></p>
<h3 class="rf">&#8220;Dilma acertou ao fazer a plástica&#8221;</h3>
<p>Em constante busca de votos para obtenção ou renovação de mandatos, os políticos, na maioria das vezes, procuram repaginar a aparência por decisão pessoal. Há casos, porém, em que as mudanças são recomendadas pelos profissionais do setor de marketing de uma eventual campanha. Nos anos 80, a troca de óculos do hoje deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) foi orientada por assessores. Em busca do mandato de governador, ele deixou de lado a armação preta e quadrada e adotou um modelo mais moderno e leve. Na época, foi orientado, também, a não levantar o pescoço, mantendo o nariz numa posição &#8220;menos arrogante&#8221; enquanto falava. </p>
<p>As lembranças são do marqueteiro baiano Raimundo Luedy e servem para exemplificar que a imagem do político passa por lapidações que podem contribuir para facilitar o contato com o eleitor. Com inúmeras campanhas no currículo &#8211; para candidatos a governador e presidente das mais diversas colorações políticas &#8211; Luedy observa, porém, que o marketing, de modo geral, não costuma sugerir mudanças drásticas. Principalmente se o político já for conhecido e tiver &#8220;cara e jeito&#8221; identificados pelo eleitor. &#8220;Aí não se pode promover alterações radicais. A não ser quando o próprio candidato avalia que chegou a hora de tirar a expressão de cansaço, as olheiras&#8221;, pondera. </p>
<p>Para ele, a ministra Dilma Rousseff acertou ao fazer a plástica agora. &#8220;No ano que vem, ninguém mais tocará no assunto. E, se cobrarem, pode-se lembrar que Lula, que sempre se mostrou barbudo, teve de aparar a barba para suavizar a aparência&#8221;. </p>
<p>Na medicina, a procura pelo rejuvenescimento costuma ser tratada como consequência natural de quem quer elevar a autoestima. O cirurgião plástico pernambucano Pedro Pitta lembra que, &#8220;político ou não, ninguém quer envelhecer&#8221;. &#8220;Até mesmo o machismo nordestino foi abolido quando se fala de plástica&#8221;, diz o médico, integrante da diretoria da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Com 30 anos de atuação, Pitta já operou, como ele resume, &#8220;diversos políticos do estado&#8221;. </p>
<p>Segundo ele, a procura por uma imagem jovial explica o aumento do interesse pelas cirurgias estéticas entre deputados, prefeitos e senadores. &#8220;Há preocupação com a aparência, sim. Alguns fazem plástica de nariz, outros de pálpebras e face. Essas são as cirurgias mais comuns quando se trata da aparência. Mas outros fazem barriga, lipoaspiração, orelhas de abano&#8221;.</p>
<p><small>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://www.diariodepernambuco.com.br/2009/03/15/politica3_1.asp">Diario de Pernambuco</a></small></p>
<p><a href="http://www.fernandobasto.com.br/wp-content/uploads/2009/03/materia.jpg">Baixe a matéria completa</a></p>
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		<title>Como cuidar dos cabelos no verão</title>
		<link>http://www.fernandobasto.com.br/noticias/como-cuidar-dos-cabelos-no-verao/</link>
		<comments>http://www.fernandobasto.com.br/noticias/como-cuidar-dos-cabelos-no-verao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 02:39:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os cuidados com os cabelos e a pele não devem ser esquecidos no verão. Entre os fatores que contribuem para a opacidade e perda da suavidade é a exposição excessiva ao sol, ao vento, a água do mar e piscina. As radiações UVA e EVB induzem a oxidação de substâncias que formar a estrutura capilar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os cuidados com os cabelos e a pele não devem ser esquecidos no verão. Entre os fatores que contribuem para a opacidade e perda da suavidade é a exposição excessiva ao sol, ao vento, a água do mar e piscina.</p>
<p>As radiações UVA e EVB induzem a oxidação de substâncias que formar a estrutura capilar. Por esse motivo algumas estruturas não se recompõem naturalmente e os fios ficam maltratados. Pois, as pontes de dissulfeto e componentes lipídicos (ambas formando a maior parte da cutícula, ou seja, a parte mais externa do cabelo) foram danificadas.</p>
<p>Deve-se evitar:</p>
<ul type="disc">
<li>Banho      com água muito quente &#8211; a água quente (a partir de 36º.C &#8211; quando sente      queimando o couro cabeludo ou a pele fica vermelha) estimula a produção das      glândulas sebáceas, o que pode piorar a queda de cabelo, além de deixá-lo      opaco e quebradiço.</li>
<li>Lavagens      apressadas &#8211; o ideal é lavar sempre com duas aplicações do xampu,      enxaguando muito bem os fios, sem esfregar demasiadamente o couro      cabeludo, e sim usar as pontas dos dedos, deixando a espuma agir de 1 a 2 minutos.</li>
<li>Não      exagerar na quantidade de condicionador &#8211; seja ele com ou sem enxágüe, não      exagere na quantidade, siga as instruções de uso do fabricante e      aplique-os diretamente nos fios e nunca no couro cabeludo.</li>
</ul>
<p>Alguns cuidados extras são essenciais para cuidar dos fios nesta estação:</p>
<ul type="disc">
<li>Além      do condicionador de enxágüe, utilize também um creme sem enxágüe (leave-in),      e se ele estiver associado a filtro solar, melhor ainda.</li>
<li>Usar      chapéus para proteger o cabelo também é uma alternativa, e ao prender,      evite presilhas, pois elas podem quebrar os fios.</li>
<li>Para      evitar que fiquem ainda mais quebradiços, deixe o cabelo solto de 3 a 6 horas após lavá-lo,      isso também evita que fiquem opacos.</li>
<li>Alimentação      balanceada principalmente a base de proteínas que contenham aminoácidos do      tipo Cistina, Arginina (encontrada na gelatina, por exemplo), responsáveis      pelo substrato do fio capilar.</li>
<li>Outra      substância que pode ajudar a manter a saúde dos fios é o Silício, que      auxilia no metabolismo da formação da matriz capilar e pode ser      complementado por via oral, indicado pelo dermatologista.</li>
</ul>
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		<title>Recesso de fim de ano</title>
		<link>http://www.fernandobasto.com.br/noticias/recesso-de-fim-de-ano/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 14:51:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos entrando em recesso de fim de ano a partir de 22 de dezembro e retomaremos nossas atividades em 2 de janeiro de 2009, certos de que conseguimos vencer mais um ano cumprindo nossa missão de contribuir para melhoraria da qualidade de vida de nossos pacientes. Nós a equipe da clínica Dr. Fernando Basto desejamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><span>Estamos entrando em recesso de fim de ano a partir de 22 de dezembro e retomaremos nossas atividades em 2 de janeiro de 2009, certos de que <span>conseguimos vencer mais um ano cumprindo nossa missão de contribuir para melhoraria da qualidade de vida de nossos pacientes.</span></span></span></p>
<p><span> </span>Nós a equipe da clínica Dr. Fernando Basto desejamos a todos um Feliz Natal e um novo ano repleto de realizações.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>45º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica</title>
		<link>http://www.fernandobasto.com.br/noticias/45%c2%ba-congresso-brasileiro-de-cirurgia-plastica/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 20:09:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Dr. Fernando Basto participará do 45º Congresso Brasileiro de Cirurgia que será de 12 a 15 de Novembro de 2008 (quarta-feira a sábado) no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, na cidade de Brasília – DF, na qualidade de: Professor do Curso indicado pelo Regente do Capítulo de Restauração Capilar &#8211; Dr. Clerisvaldo Almeida Souza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Dr. Fernando Basto participará do 45º Congresso Brasileiro de Cirurgia que será de 12 a 15 de Novembro de 2008 (quarta-feira a sábado) no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, na cidade de Brasília – DF, na qualidade de:</p>
<p><strong>Professor do Curso indicado pelo Regente do Capítulo de Restauração Capilar &#8211; Dr. Clerisvaldo Almeida Souza</strong><br />
Curso 20: Curso Avançado de Restauração Capilar<br />
13 de Novembro de 2008</p>
<p><strong>Relator da mesa redonda</strong><br />
45º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica<br />
Mesa Redonda 2: CALVÍCIE<br />
Tema: Cirurgia da Calvície. Técnica Pessoal.<br />
12 de Novembro de 2008</p>
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		<title>Evolução dos implantes resgata a autoconfiança</title>
		<link>http://www.fernandobasto.com.br/noticias/evolucao-dos-implantes-resgata-a-autoconfianca/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 17:43:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cirurgião plástico Fernando Basto lembra que a vaidade relacionada à própria aparência sempre existiu entre os seres do sexo masculino. Na Antiguidade, cita, grandes líderes gregos usavam perucas, enquanto, no Egito, Cleópatra ajudava o marido a evitar a calvície com ungüentos à base de ervas. E as madeixas, claro, sempre como a grande preocupação. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O cirurgião plástico Fernando Basto lembra que a vaidade relacionada à própria aparência sempre existiu entre os seres do sexo masculino. Na Antiguidade, cita, grandes líderes gregos usavam perucas, enquanto, no Egito, Cleópatra ajudava o marido a evitar a calvície com ungüentos à base de ervas. E as madeixas, claro, sempre como a grande preocupação.</p>
<p>&#8220;Aqui no Brasil, sobretudo no Nordeste, há pouco mais de 30 anos, era apenas às barbearias que os homens recorriam para cortar cabelo e fazer a barba. E só para isso. Qualquer outro procedimento era visto como suspeito&#8221;, comenta o médico, que tem 20 anos de experiência em transplantes de cabelos, já tendo realizado quase 3,4 mil cirurgias do gênero.</p>
<p>Graças ao refinamento das técnicas, com resultados bem mais naturais, muitos calvos têm chegado ao seu consultório. &#8220;A utilização de microscópios, que permitem o implante numa única cirurgia de sete a nove mil fios, acabou de vez com aquele efeito cabelo de boneca, que afastava muita gente&#8221;, explica Basto, responsável pela renovação das cabeleiras de personalidades como José Múcio Monteiro e Zé Dirceu.</p>
<p>Um de seus pacientes, de apenas 27 anos, chegou ao consultório praticamente careca. Ele já não saía mais de casa, introvertido. Foram necessárias mais de uma cirurgia, com intervalos de oito meses, para chegar ao resultado final. &#8220;Hoje ele tem vida normal, voltou a se relacionar bem consigo e com os outros&#8221;, conta o cirurgião, que também realiza os outros tipos de cirurgia plástica, ainda que 80% de seus pacientes sejam de implantes. A faixa etária vai dos 18 aos 80 anos, sendo a maioria entre 30 e 40 anos.</p>
<p>Segundo a Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo, em torno de 42 milhões de homens são calvos &#8211; mais da metade da população masculina brasileira. Como o cabelo tem participação importante na harmonia facial, estima-se que a calvície desestabiliza pelo menos 50% da auto-estima dos adultos. (L.N.)</p>
<p>Fonte: coluna <strong>Vaidade</strong> do <a href="http://jc.uol.com.br/jornal" target="_blank">Jornal do Comércio</a></p>
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		<title>Plástica de rosto é a cirurgia mais delicada</title>
		<link>http://www.fernandobasto.com.br/noticias/fernando-basto-revela-que-a-plastica-de-rosto-e-a-cirurgia-mais-delicada/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2008 02:58:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nota extraída do suplemento Viver mulher, por João Alberto. Cirurgia Fernando Basto revela que a plástica de rosto é a cirurgia mais delicada, não só pela proximidade com os nervos faciais, como pelo fato da face estar sempre exposta, não podendo mostrar qualquer imperfeição. É o teste de fogo dos especialistas. Fonte: Pernambuco.com]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nota extraída do suplemento Viver mulher, por João Alberto.</p>
<p><strong>Cirurgia</strong><br />
Fernando Basto revela que a plástica de rosto é            a cirurgia mais delicada, não só pela proximidade com            os nervos faciais, como pelo fato da face estar sempre exposta, não            podendo mostrar qualquer imperfeição. É o teste            de fogo dos especialistas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.pernambuco.com/diario/2001/02/05/vivermulher2_0.html">Pernambuco.com</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Celeiro quando o assunto é plástica</title>
		<link>http://www.fernandobasto.com.br/noticias/celeiro-quando-o-assunto-e-plastica/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 14:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Estado se destaca nessas cirurgias reparadoras ou estéticas, atraindo gente do mundo todo com o renome de seus profissionais Da Redação No Brasil todo há mais de cinco mil cirurgiões plásticos, tornando o país o segundo maior pólo da especialidade no mundo, atrás apenas do Estados Unidos. Os números mais recentes sobre as cirurgias plásticas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estado se destaca nessas cirurgias reparadoras ou estéticas, atraindo gente do mundo todo com o renome de seus profissionais</p>
<p class="MsoNormal">Da Redação</p>
<p class="MsoNormal">No Brasil todo há mais de cinco mil cirurgiões plásticos, tornando o país o segundo maior pólo da especialidade no mundo, atrás apenas do Estados Unidos. Os números mais recentes sobre as cirurgias plásticas no Brasil datam de 2004: naquele ano, 59% das cirurgias do tipo foram estéticas e 41% reparadoras, de mais de 616 mil procedimentos feitos no Brasil. As regiões Norte e Nordeste ocupam o último lugar no ranking de números de cirurgias, com 70.372 mil intervenções realizadas. Apesar do resultado, creditado principlamente à diferença demográfica, Pernambuco é destaque no país, com mais de 130 cirurgiões membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.</p>
<p class="MsoNormal">&#8220;Por conta da estrutura disponível no pólo médico, o estado nada a fica a dever aos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Pelo custo ser mais baixo aqui do que na Europa, muitas pessoas vêem de outros países para se operar em Pernambuco&#8221;, afirma o cirurgião Carlos Lacerda, presidente da regional pernambucana da Sociedade Brasileira de Cirugia Plástica.&#8221;Não temos dados precisos, mas é certo que o número de cirurgias plásticas realizadas aqui cresce a cada ano&#8221;, completa.</p>
<p class="MsoNormal">Algumas áreas do ramo são consideradas as melhores do país. É o caso do implante capilar.</p>
<p class="MsoNormal">O cirugião Fernando Basto, atualmente o nome mais importante da área, costuma receber clientes famosos de todo o Brasil e do exterior. Um dos mais recente foi o ex-chefe da Casa Civil José Dirceu, que implantou 6.700 fios com o cirurgião pernambucano &#8220;O renome da cirugia plástica pernambucana não é de agora. Na década de 1960, o professor e cirurgião Perseu Lemos era o segundo nome no Brasil, atrás apenas de Ivo Pitanguy&#8221;, lembra Basto, que ministra cursos sobre sua técnica de implante capilar para especialistas de vários países da Europa e América do Sul. &#8220;Hoje, cerca de 70% dos meus clientes são de fora do estado&#8221;, diz o cirurgião que já realizou mais de 3 mil implantes capilares, em homens e mulheres, em sessões que chegam a durar 8 horas.</p>
<p class="MsoNormal">Assim como em outras especialidades médicas, deve-se ter cuidado redobrado ao escolher um cirurgião plástico. &#8220;Nós recomendamos que o cliente escolha sempre um membro da sociedade. Isso garante que o médico cumpriu os dois anos de residência médica em cirurgia geral e mais outros três anos de residência médica em cirurgia plástica. Além disso, ele também faz uma prova para ser aceito na entidade&#8221;, explica Lacerda. Para saber se o cirurgião escolhido faz parte da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, basta consultar o site www.sbcp-pe.org.br ou ligar para 3427-6455.</p>
<p class="MsoNormal">Fonte: <a href="http://www.pernambuco.com/diario/">Diario de Pernambuco</a></p>
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