A calvície feminina é mais difícil de ser detectada no início do processo, pois como as mulheres têm muito mais cabelo do que os homens, percebem o problema quando perderam cerca de 30% dos fios. Elas devem ficar atentas a alguns sinais, tais como: queda frequente de fios na fronha, no ralo do banheiro, na escova. Observar também se os fios logo dão lugar a outros, pois o cabelo pode estar passando pelo ciclo de renovação.
Ciclo de renovação dura em torno de três a sete anos.
Todo fio passa por esse ciclo que envolve as seguintes fases:
- Crescimento – a chamada fase anágena, a matriz está em plena atividade mitótica, e esse período pode variar muito de pessoa para pessoa, porém, em média, dura de três a cinco anos.
- Estabilização – Cessam as mitoses, a matriz, com conseqüente desaparecimento, e o bulbo tornam-se totalmente ceratinizado.
- Descanso – A bainha radicular interna desaparece, pois também é formada pela matriz, e a bainha radicular externa, então denominada saco epitelial, engloba o bulbo, conhecido nesse momento como clava.
- Queda – Essa é a fase telógena, que dura em média de três a seis meses, culminando com a queda espontânea do cabelo.
As causas mais frequentes da perda capilar nas mulheres são:
- Alterações hormonais
- Estresse
- Depressão
- Ovários policísticos
- Doenças autoimunes
- Deficiências nutricionais
- Medicamentos
- Drogas ilícitas e álcool
- Alterações psiquiátricas
- Quimioterapia
Além disso, a queda de cabelos pode estar atrelada a outros problemas, como tratamentos capilares mal administrados. Por isso, faz-se necessário que todo processo seja acompanhado por profissionais qualificados. È importante salientar que as mulheres estejam em dias com os seus exames médicos, para que qualquer alteração seja notada com maior rapidez.